Eu estava contigo,
Eu sempre estive contigo,
Quando você duvidou,
Quando você mudou,
Quando você desistiu,
Eu estava presente.
Eu fiquei,
Você partiu.
E nunca mais ouviram falar do “nós”,
Agora “sós”.
[Juliana Brito Rodrigues em 18.06.2012]

As horas de sentir o que passou, bom ou não tanto, são sempre assim, férteis, quando a gente se permite deixar sair o que ficou. Sua fala aqui flui sem peso e serena, como se contemplasse. Bom te ler.
ResponderExcluirAmigo Arnaldo, essa composição tem mesmo leveza, aconteceu numa hora tão diferente do comum. Tipo, interrompendo aquela reunião! Foi como tapar os ouvidos para esse mundo e submergir nas minhas inspirações que andavam atrofiadas!
ResponderExcluirNada muda
ResponderExcluirApesar do teu apelo
Depois de tanto tempo
Finalmente
Desatei todos os nós
Que havia entre nós
E nada mudará
C.D. - lembrei-me desse texto...
Ótimo texto, poetisa!!!!
Muito bom, mesmo!!!
Enfim, leremos tuas criações com mais frequência!!!
"...inspirações que andavam atrofiadas!" - poético, até no comentário!!
Poeta, que honra!
ResponderExcluirComentário enriquecido por um escrito seu é motivador.
Estou recente aqui, mas cheia de expectativa e inspiração, graças a essa motivação que vocês estão me dando.
Super abraço.
Tenho um arquivo aqui cheio de ideias soltas...rsrsrs...
ResponderExcluirParabéns pelo blog!!!
Gosto do que você escreve e sei que você não é egoísta para esconder esse seu talento só pra você!! rsrsrs
Visitarei sempre!!